Durante os meus anos de estudante no liceu, percebi o quanto gostava de terapia manual e de uma abordagem mais holística, que não considerasse apenas o corpo físico e a medicina convencional.
Isso fez-me ir aprender técnicas manuais da Fisioterapia e da Osteopatia. Esta última já com uma abordagem mais holística, em que aprendi a ver o corpo como um todo e a fazer relações mais complexas.
Entretanto também procurei formação na área da Pediatria, pois o desenvolvimento dos bebés é algo que me encanta e é incrível como também alterou a minha forma de abordar o adulto.
Nos últimos anos, tenho aprofundado mais a componente holística, aprendendo sobre o corpo emocional, energético e mental. Por isso, para mim, não só a história do sintoma importa, mas a história da infância e familiar, as crenças, as maiores feridas e traumas, etc.
É esta abordagem integrativa que me tem cativado ultimamente.


